programa transversal

TH AI Literacy Program

A camada que cria linguagem comum para usar IA com segurança, valor e governança.

dono: Tech Human

o que é

TH AI Literacy Program prepara lideranças e times para entender IA, GenAI, agentes, MCPs, ferramentas, dados, tokens, custos, casos de uso e responsabilidades antes de escalar.

dono canônico

É produto educacional/comercial da Tech Human derivado do standard AI Literacy & Governance Readiness. O standard profundo vive na camada JARVIS/Trustyu Foundation; a Tech Human empacota para mercado, BMAI e projetos.

acesso oficial

Fonte pública AI Literacy

Docs ativo

docs.techhuman.com.br/ecossistema/ai-literacy-governance-readiness

Destino público aprovado para explicar mercado B2B, casos de uso, soluções propostas, ROI/AI FinOps e relação com BMAI v2.

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quando aparece

Aparece quando a empresa já usa IA de forma dispersa, quer governar uso corporativo, comprou ferramentas sem critério ou deseja agentes/MCPs sem entender riscos e custos.

por que existe

Existe porque governança de IA só funciona quando liderança e times compartilham vocabulário, entendem dados, aprovam ferramentas, medem valor e sabem onde agentes podem ou não agir.

próximo passo

Executar workshop, trilha por área, inventário de shadow AI, política de uso, matriz de vendors, AI FinOps ou baseline de ROI conforme o gap dominante.

8 subdimensões

A régua que tira a empresa do uso disperso.

Cada subdimensão tem uma leitura executiva e uma leitura técnica. A primeira ajuda a conversa a andar; a segunda evita que governança vire apenas um treinamento genérico.

ver fonte no docs

subdimensão 1

Cultura e entendimento básico

foco

em termos simples

Todo mundo passa a usar a mesma língua para falar de IA, GenAI, LLM, bot, automação e agente.

visão técnica

Taxonomia mínima de capacidades, limites de uso e fronteira entre assistente, automação e sistema.

sinal no cliente

As conversas misturam ChatGPT pessoal, API, Codex, Claude Code, bot, agente e ferramenta corporativa.

entregável provável

Glossário executivo, trilha por perfil e score de prontidão.

subdimensão 2

Segurança de dados e privacidade

foco

em termos simples

Antes de colar qualquer informação em uma IA, a empresa sabe o que pode, o que precisa de aprovação e o que não entra.

visão técnica

Classificação de dados, retenção, contrato, logs, acesso, DPA e exposição em prompts, arquivos e conectores.

sinal no cliente

Times usam IA com dados de cliente, contratos, planilhas internas ou informações sensíveis sem regra clara.

entregável provável

Matriz de dados, regras de uso e lista de ferramentas aprovadas.

subdimensão 3

Uso pessoal vs uso corporativo

foco

em termos simples

A pessoa pode experimentar, mas a empresa precisa decidir quando uma ferramenta entra no ambiente corporativo.

visão técnica

Separação entre conta individual, workspace corporativo, SSO, permissões, auditoria e propriedade dos dados.

sinal no cliente

A equipe resolve tarefas de trabalho em contas pessoais e depois tenta transformar isso em processo da empresa.

entregável provável

Régua de transição: pessoal, piloto controlado, uso aprovado e uso crítico.

subdimensão 4

Ferramentas aprovadas e shadow AI

foco

em termos simples

A empresa enxerga quais ferramentas já estão em uso antes de proibir, comprar ou escalar.

visão técnica

Inventário de vendors, finalidade, donos, dados acessados, integrações, custos e risco operacional.

sinal no cliente

Existem extensões, bots, automações e assinaturas soltas sem owner, contrato ou padrão de segurança.

entregável provável

Inventário de shadow AI e matriz de aprovação de fornecedores.

subdimensão 5

Agentes, MCPs e automações

foco

em termos simples

Um agente não é só um chat: ele pode consultar dados, chamar ferramentas e executar ações. Isso muda o risco.

visão técnica

Escopo de ferramenta, permissões, logs, human-in-the-loop, sandbox, rollback, avaliação e trilha de auditoria.

sinal no cliente

A empresa quer conectar MCPs, bots ou agentes a sistemas internos sem mapa de impacto e responsabilidade.

entregável provável

Agent/MCP Readiness Review e regra para ações assistidas ou autônomas.

subdimensão 6

Custos, tokens e fornecedores

foco

em termos simples

A empresa entende que custo de IA não é só assinatura: contexto, saída, arquivos, chamadas e erro também contam.

visão técnica

Medição por workflow, tokens de entrada/saída, chamadas de ferramenta, retries, latência, quota e chargeback.

sinal no cliente

Pilotos parecem baratos, mas ninguém sabe o custo real quando mais pessoas, dados e agentes entram.

entregável provável

AI FinOps Starter, owners de custo e baseline de consumo.

subdimensão 7

Políticas, responsabilidades e auditoria

foco

em termos simples

Fica claro quem pode decidir, aprovar, usar, revisar e responder quando algo dá errado.

visão técnica

RACI, política de uso, exceções, evidências, auditoria, incidentes, revisão periódica e governança contínua.

sinal no cliente

A empresa tem intenção de governança, mas não tem donos, rito, checklist nem evidência auditável.

entregável provável

Política mínima de IA, matriz RACI e rotina de governança.

subdimensão 8

Valor, casos de uso e ROI

foco

em termos simples

IA deixa de ser novidade e passa a ter fila de uso priorizada por valor, risco e dado disponível.

visão técnica

Portfolio de casos, esforço, criticidade, métrica de negócio, baseline, payback e governança de benefícios.

sinal no cliente

Há muitos pilotos interessantes, mas pouca clareza sobre impacto, prioridade, owner e métrica de sucesso.

entregável provável

Mapa de casos de uso, ROI baseline e ponte para AI-First Blueprint.

mapa de plataformas

Ferramenta, modelo, agente e MCP não são a mesma coisa.

O programa mostra as camadas de IA em linguagem simples, mas preserva o rigor técnico para compras, segurança, arquitetura, jurídico, tecnologia e operação.

Chats e assistentes individuais

ChatGPT, Claude, Gemini e similares

Exploração, escrita, análise, síntese e aprendizado individual.

atenção

Conta pessoal, dados sensíveis, histórico, retenção e falta de auditoria corporativa.

Workspaces e copilots corporativos

Microsoft Copilot, Gemini for Workspace, ChatGPT Business/Enterprise, Claude Team/Enterprise

Produtividade em e-mail, documentos, reuniões, planilhas, busca e colaboração.

atenção

Permissões herdadas, SSO, acesso excessivo, governança de arquivos e política de compartilhamento.

APIs e plataformas de modelo

OpenAI API, Anthropic API, Google Vertex AI, Azure AI Foundry, AWS Bedrock e modelos open-weight via provedores

Produtos, automações, RAG, análise de documentos e recursos internos com IA embutida.

atenção

Contrato, região, custo por uso, observabilidade, avaliações, segurança e troca de fornecedor.

Dev assistants, IDEs e CLIs

Codex, Claude Code, Cursor, GitHub Copilot e ambientes de desenvolvimento com IA

Código, testes, documentação, refatoração, investigação e aceleração de produto.

atenção

Acesso a repositórios, segredos, dependências, licença, revisão humana e padrão de commit.

Automações e bots operacionais

n8n, Make, Zapier, OpenBot e ferramentas similares

Fluxos repetitivos, alertas, triagem, handoffs e integração entre sistemas.

atenção

Shadow AI, credenciais, escopo de ação, logs, ownership e dependência de ferramenta sem governança.

Agentes, MCPs e conectores

Agentes com ferramentas, MCP servers, skills, conectores e sandboxes

Execução assistida, consulta a bases, uso de ferramentas e orquestração entre sistemas.

atenção

Permissão mínima, ação reversível, human-in-the-loop, trilha de auditoria e limites de autonomia.

comparativo de mercado

OpenAI, Anthropic, Google, Microsoft, AWS e Meta têm camadas diferentes.

A comparação não é para escolher marca por entusiasmo. Ela ajuda a separar conversa pessoal, workspace corporativo, agente de desenvolvimento, plataforma para construir agentes e responsabilidades de governança.

conectar com readiness

assistente

ChatGPT e planos Business/Enterprise

agente de código

Codex no app, CLI, IDE e cloud

camada build

OpenAI API, Responses API, Agents SDK, ferramentas hospedadas e MCP

em termos simples

ChatGPT é a porta de conversa. Codex é a superfície agêntica para trabalhar em código. API e Agents SDK são a base para criar produtos, agentes e automações próprias.

pergunta de governança

Separar conta pessoal de workspace corporativo, controlar acesso a repositórios, sandbox, rede, segredos, logs, aprovações e custo por tarefa.

Anthropic

Claude Code

assistente

Claude.ai, Claude Team e Claude Enterprise

agente de código

Claude Code no terminal, IDE e automações técnicas

camada build

Anthropic API, Claude Agent SDK, conectores e MCP

em termos simples

Claude é a experiência de conversa. Claude Code leva o modelo para o fluxo técnico, com leitura de projeto, edição de arquivos e comandos. MCP amplia o acesso a ferramentas e dados.

pergunta de governança

Definir quais diretórios, comandos, MCPs, fontes externas e ações precisam de confirmação humana antes de virar rotina de time.

assistente

Gemini, Gemini for Workspace e Gemini Enterprise

agente de código

Gemini Code Assist Agent Mode, Gemini CLI e Jules

camada build

Vertex AI, Agent Development Kit, Agent Engine e Gemini API

em termos simples

Gemini aparece como assistente pessoal/corporativo, copiloto de produtividade e camada para construir agentes. Para desenvolvimento, há modo agente, CLI e agente assíncrono ligado ao GitHub.

pergunta de governança

Mapear dados do Workspace, permissões herdadas, fontes empresariais, MCPs, deploy em cloud e estágio de maturidade dos recursos usados.

Microsoft + GitHub

GitHub Copilot coding agent

assistente

Microsoft Copilot e Microsoft 365 Copilot

agente de código

GitHub Copilot coding agent

camada build

Copilot Studio, Microsoft Foundry Agent Service, Azure AI Foundry e GitHub Actions

em termos simples

Copilot cobre produtividade e trabalho dentro do ecossistema Microsoft. GitHub Copilot coding agent executa tarefas de código em ambiente próprio e devolve pull request para revisão.

pergunta de governança

Revisar permissões de Microsoft 365, SharePoint, Teams, GitHub, Actions, modelos autorizados, agentes publicados e trilha de aprovação.

assistente

Amazon Q Developer e assistentes AWS

agente de código

Amazon Q Developer Agent para software development

camada build

Amazon Bedrock, Bedrock Agents e Bedrock AgentCore

em termos simples

Amazon Q apoia entendimento, construção e operação em ambientes AWS. Bedrock e AgentCore entram quando a empresa quer criar, hospedar e operar agentes com modelos e frameworks variados.

pergunta de governança

Controlar IAM, regiões, logs, ações em cloud, custo por chamada, modelos aprovados, ferramentas conectadas e limites para agentes que operam infraestrutura.

Meta / Llama

Llama Stack

assistente

Meta AI e experiências baseadas em Llama

agente de código

Sem equivalente único ao par Codex/Claude Code

camada build

Llama API, Llama Stack, agentes, ferramentas, RAG, safety, evals e telemetry

em termos simples

A força principal está em modelos e stack para aplicações próprias, inclusive cenários open-weight ou self-hosted. A empresa monta a experiência e governa a cadeia de execução.

pergunta de governança

Avaliar licença, hospedagem, dados de treino/inferência, provedores, safety, avaliação, observabilidade e responsabilidade operacional do stack.

glossário rápido

Token

unidade de processamento usada por modelos para ler contexto e gerar resposta.

RAG

padrão que combina busca em fontes aprovadas com geração de resposta.

MCP

ponte padronizada para um agente acessar ferramentas, dados e ações com escopo definido.

Agente

sistema que interpreta objetivo, consulta contexto, chama ferramentas e pode executar etapas.

Skill

capacidade empacotada com instruções, exemplos e rotina de uso para uma tarefa específica.

Bot

interface ou automação com escopo mais estreito, muitas vezes baseada em fluxo definido.

CLI

interface de linha de comando usada por times técnicos para executar tarefas com controle local.

Vibe coding

criação acelerada com IA que precisa de revisão, arquitetura, testes e governança para escalar.

política e governança

A regra boa nasce do uso real, não de uma proibição genérica.

A política mínima separa uso livre, uso corporativo aprovado, piloto controlado e bloqueio até exceção. Isso ajuda a empresa a acelerar com clareza, sem normalizar risco invisível.

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política

Livre com critério

Conteúdo público, brainstorming e aprendizado sem dados internos sensíveis.

Pode usar ferramentas aprovadas ou ambiente individual sem inserir segredo, cliente, contrato ou dado pessoal.

política

Uso corporativo aprovado

Tarefas de trabalho com dados internos de baixo ou médio risco.

Exige workspace corporativo, owner, política de acesso e ferramenta validada por segurança ou liderança.

política

Piloto controlado

Casos com dados de cliente, integração, automação, agente, MCP ou efeito operacional.

Exige escopo, aprovação, logs, avaliação de risco, métrica de sucesso e responsável pelo processo.

política

Bloqueado até exceção

Segredos, credenciais, dados regulados, decisão autônoma crítica ou ação externa irreversível.

Só avança com exceção documentada, contrato adequado, arquitetura aprovada e governança contínua.

casos de uso B2B

Adoção ganha tração quando cada área vê o primeiro ganho possível.

Clique em cada área para abrir um caso simulado completo: objetivo, ganho, riscos, o que pode ser construído com agentes/bots/MCPs, equipe, manutenção e a diferença entre uso pessoal de IA e adoção corporativa governada.

Liderança

Briefings executivos, síntese de reuniões e preparação de decisões.

métrica: tempo até decisão

Fonte, contexto e owner precisam estar claros.

Vendas

Pesquisa de conta, propostas, follow-up e inteligência de objeções.

métrica: ciclo comercial

Dados de CRM e cliente precisam seguir política corporativa.

Marketing

Calendário editorial, variações de mensagem e análise de campanha.

métrica: velocidade de produção

Marca, claims e direitos de imagem precisam de revisão.

Atendimento

Triagem, resumo de histórico, sugestão de resposta e base de conhecimento.

métrica: tempo de resolução

Resposta final deve respeitar política, tom e privacidade.

Operações

SOPs, checklist, análise de exceções e automação de handoffs.

métrica: retrabalho

Ação operacional pede log, dono e caminho de reversão.

Financeiro

Classificação, análise de variação, cobrança e fechamento assistido.

métrica: erros e atrasos

Números críticos exigem conferência e trilha de auditoria.

Jurídico

Resumo de contrato, comparação de cláusulas e gestão de riscos.

métrica: tempo de revisão

IA apoia análise, mas não substitui parecer responsável.

RH

Trilhas, descrições de vaga, entrevistas estruturadas e onboarding.

métrica: tempo de contratação

Viés, privacidade e decisão humana precisam estar explícitos.

Tecnologia

Código, testes, documentação, suporte a incidentes e revisão.

métrica: lead time técnico

Segredos, dependências e qualidade passam por revisão humana.

Dados/BI

Exploração, dicionário de dados, perguntas de negócio e narrativas de dashboard.

métrica: tempo até insight

Fonte, lineage, métrica e acesso precisam ser verificáveis.

valor e AI FinOps

ROI de IA precisa juntar adoção, custo e resultado.

Quando tokens, ferramentas, pessoas, retries e valor de negócio entram no mesmo quadro, a empresa consegue decidir onde escalar, pausar, padronizar ou trocar de fornecedor.

fórmula operacional

ROI = valor capturado - custo total de IA

O custo total inclui modelo, tokens, ferramentas, integrações, revisão humana, retrabalho, governança e suporte.

Custo por workflow

Quanto custa executar uma rotina de ponta a ponta.

Soma modelo, ferramentas, armazenamento, integrações, retries e tempo humano.

Tokens de entrada e saída

Quanto contexto entra e quanto conteúdo volta.

Mede prompt, arquivos, memória, resposta, contexto longo e variação por modelo.

Chamadas de ferramenta

Quantas vezes a IA consulta sistemas, bases ou ações externas.

Controla MCPs, APIs, conectores, permissões, latência, falhas e custo indireto.

Retries e erros

Quanto o processo repete, falha ou precisa de correção humana.

Mostra custo oculto de prompt ruim, integração instável ou agente sem avaliação.

Custo por time

Quem consome e quem se beneficia da IA.

Permite owner, orçamento, chargeback, limites, alertas e comparação entre áreas.

Valor capturado

O ganho real depois da adoção.

Compara baseline, tempo, receita, qualidade, risco, satisfação e produtividade.

como funciona

Da pergunta inicial ao próximo passo.

01

Alinha linguagem

Separa IA, GenAI, LLM, bot, automação, agente, MCP, API, workspace, token e modelo sem transformar a conversa em aula técnica.

02

Dá visibilidade

Mapeia ferramentas usadas, dados envolvidos, custos, owners, riscos e casos de uso que já existem dentro da empresa.

03

Converte em próximo passo

Recomenda política, vendor approval, Agent/MCP Readiness, AI FinOps, ROI baseline, Blueprint, Governança ou CTO aaS.

decisões que destrava

Use para decidir, não para decorar nomes.

Score baixo de readiness

não vender implementação agentica antes de alinhar linguagem, dados, ferramentas e responsabilidades.

Casos de uso promissores

priorizar por valor, risco, dados, owner e métrica antes de construir.

Custos invisíveis

abrir AI FinOps Starter antes de escalar API, tokens, agentes e automações.